15/11/2011


Poeta e musa na balada

A cabeça gira
A íris queima
A mão conspira
A musa teima

-Me deixe dormir
Suplico plangente
-Só quando escandir!
Retruca imponente

Nossa árdua luta
Só o cronos escuta
Em ferrenha disputa
A bela deusa arguta

Muda minha conduta
Paciente e resoluta
Do meu ser desfruta
Ela é sim, absoluta.



Autor: Nelson da silva.

0 comentários:

Postar um comentário